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A Semana Santa no Purus


A Semana Santa no Purus
10-04-2018 Brasil
Uma equipe de dez pessoas da paróquia de Santo Agostinho no Pauini, Amazonas, Brasil teve que se multiplicar para poder celebrar a Semana Santa com 16 das 21 comunidades do Alto Purus.

Já há mais de 4 anos, além da desobriga anual e da formação de líderes, geral ou por setores, a comunidade de Pauini decidiu visitar as comunidades do rio Purus para celebrar com eles a Semana Santa.

Levando em conta, que no ano passado as comunidades visitadas foram as do Baixo Purus, neste ano é a vez das comunidades do Alto Purus. No total são vinte e uma comunidades, incluindo as aldeias, das quais foi possível ser atendidas dissésseis.

A visita consistiu numa celebração, que unia ou condensava a vivência da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo; uma conversa com os líderes das comunidades e visita às pessoas doentes ou que precisavam de uma atenção espiritual necessária.

Foi dada atenção, de forma especial, às celebrações do Tríduo Pascal. Para muitas pessoas eram celebrações totalmente novas nas quais disfrutaram com a riqueza dos ritos e os signos celebrativos.

Cabe destacar a acolhida da aldeia de Jagunco dos índios Apuriná, tendo o cacique e um criado como cabeça, receberam à equipe paroquial com os seus corpos pintados e com ornamentos indígenas. Deram as boas-vindas e celebraram a Ressurreição com suas danças típicas.

A equipe estava formada por dez pessoas, à frente das quais estava o frei Artenildo Alves, o comandante do barco e o Antônio Costa, coordenador da capela “Sagrado Coração”. Dois dos rapazes eram das comunidades visitadas, os quais estão vivendo na cidade de Pauini para terminar seus estudos; e que na ocasião queriam visitar suas famílias.

Um deles relata desta forma a experiência: “Muitas vezes eu comparo a ação do Espirito de Deus com a vida no rio. Ao sentar-se na beira do rio verás que tudo parece imóvel, menos o próprio rio, que flui incessantemente. É Desta forma a vida de Deus, sem que façamos nada ele flui entre nós e nos dá vida”.

Também deu uma opinião sobre a missão: “No princípio, eu pensava que seria impossível realizar o trabalho de três semanas ou de um mês de desobriga em só uma semana, mas ao final, com o barco, voadeira e a canoa conseguimos visitar até as comunidades dos igarapés (lagos interiores). Assim é Deus, no final usa todos os meios para nos ajudar.




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