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A Rádio, protagonista da construção social e da evangelização em Pauini


A Rádio, protagonista da construção social e da evangelização em Pauini
20-03-2018 Brasil
“Eu sou católico, eu sou feliz” esse é o título do programa apresentado pelo agostiniano recoleto Artenildo Alves na rádio local de Pauini, no meio da selva amazônica, um lugar no qual os meios tradicionais ainda cumprem um papel importante na sociedade local já que as tecnologias da informação seguem ainda sem uma verdadeira difusão na região.

A Associação Comunitária da Cultura e Informação Pauiniense (ACCIP) inaugurou a emissora local Rádio Cultura de Pauini no dia 19 de março de 2016 em ocasião do 60º aniversário deste município situado no sudoeste do estado brasileiro do Amazonas, numa zona de difícil acesso e comunicação limitada, pelo menos em relação ao que se conhece de comunicação no resto do mundo.

Situado no meio da selva amazônica e com os rios e cursos de água como os principais meios de rota de comunicação, e quase que o único, si não tomamos em conta o transporte aéreo e seus altos presos; a rádio se converte neste pequeno município onde trabalham os Agostinianos Recoletos num excelente meio de comunicação e uma maneira mais realista de poder chegar a todos os lares.

Desde a sua inauguração, esta rádio FM tem emitido ininterruptamente e tem conseguido aumentar progressivamente sua programação, que inclui música e informação local. No entanto, o primeiro programa a ir ao ar foi: Eu sou católico, eu sou feliz, apresentado pelo agostiniano recoleto Artenildo Alves.

A proposta deste programa é: orar junto com os ouvintes, bem como formar e informar sobre todas as atividades e campanhas da Paróquia de Santo Agostinho, a Prelazia de Lábrea e dos Agostinianos Recoletos; com planos em comum e diversos, levam a diante suas atividades neste Município.

Como lugar e terra de missão, a Igreja Católica com seu trabalho tem neste lugar de missão importantes componentes, além do próprio trabalho pastoral; este é um lugar de encontro social e de desenvolvimento pessoal e comunitário, com assuntos bem variados como: a saúde materno-infantil, a educação e a proteção dos direitos dos menores, inclusive a vigilância aos poderes públicos.


O programa

O programa vai ao ar três vezes por semana a partir das 11:00 horas. Nas terça e quartas-feiras com duração de uma hora e meia, já nos sábados tem duração de uma hora.

O programa está dividido, por sua vez, em três partes. Na primeira parte se manda uma saudação, um abraço caloroso a todas as comunidades e bairros da zona urbana e, com um carinho especial às comunidades rurais que escutam esta rádio local, mesmo que fisicamente estejam a horas de navegação.

O momento mais esperado pelos ouvintes é a segunda parte. Nela se convida a meditar e a orar pela vida, a família; também é momento de fazer pedidos para as pessoas mais queridas por parte de cada um dos ouvintes. Neste momento os ouvintes ligam ou mandam mensagens pedindo pelas necessidades concretas, oração a qual se somam muitos outros e tudo graças a magia do rádio.

Houve até casos no qual, depois, a família ou a pessoa que pediu essas orações foi até Paróquia para agradecer a Deus e àqueles que colaboraram com seu grão de areia, a sua ajuda por meio da oração comum através da rádio.

A última parte do programa está reservada para os avisos paroquias e para expor temas de formação que são compartilhados com a comunidade inteira dos ouvintes. Alguns dias é feito o convite a algumas pessoas das comunidades locais para que possam compartilhar dados e opiniões sobre diferentes projetos e campanhas.

Nesta terceira parte, é tratado temas acompanhados de explicações e é promovido campanhas como: as 24 horas de oração para o Senhor, a Campanha da Fraternidade 2018 com o tema: “Fraternidade e superação da violência”, o Ano do Laicato no qual vive a Igreja brasileira ou as Santas missões Populares, que são uma das apostas pastorais da Prelazia de Lábrea.

A música e o entusiasmo do religioso radialista se unificam dando unidade às três partes do programa.

Já que a difusão da Internet em quantidade, em qualidade e em velocidade é ainda muito escassa, os meios tradicionais como a televisão ou o rádio têm um papel ainda bastante enraizado na sociedade local.

O rádio nesta região amazônica é o meio mais rápido e seguro de chegar até as famílias da zona rural, onde nem si quer as família têm acesso a energia elétrica de forma permanente, e uma forma de lembrar aos habitantes da zona urbana todos os horários, atividades e campanhas, bem como para motivar a sua participação.




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